iPhone 3G brasileiro tem acesso rápido e bateria fraca
October 6th, 2008
A espera - um tanto exagerada pelo iPhone 3G chegou ao fim, pelo menos no Brasil. Com o lançamento oficial, mesmo com preços salgados, as operadoras Vivo e Claro começam na sexta (26) a vender o aparelho em suas lojas pelo país. Testamos uma versão do telefone funcionando na rede da operadora Vivo.
O veredicto da Macworld Brasil é rápido e direto: o aparelho é muito bom, mas concordamos com outros reviews já publicados (do modelo vendido nos Estados Unidos e na Austrália): a sua bateria deixa a desejar, e fazemos coro às reclamações do Bluetooth limitado e da inexistência do copiar e colar no iPhone, além da inexplicável falta de suporte à tecnologia Flash no telefone.
Entretanto, o foco desta avaliação ficou no desempenho da rede da Vivo, que recentemente iniciou suas operações em 3G.
Primeiro, os mapas. O GPS integrado ao iPhone funciona rápido se comparado ao recurso similar presente em aparelhos como o Nokia N95. O Google Maps responde velozmente ao comando de encontrar a localização e, quando o aparelho não tem certeza do local, marca um círculo com a área estimada isso acontece muito quando se está em uma casa ou apartamento, sem visão direta para o GPS. A céu aberto, a localização é quase perfeita. Mas falta ao iPhone um software melhor de navegação o Google Maps dá direções, mas não tem recurso de voz, como no N95, por exemplo.
O acesso à internet via rede da Vivo se mostrou rápido e eficiente. Realizamos três testes simultâneos de velocidade de navegação na tela do iPhone dois de conexão genérica, independente do aparelho, e um de conexão específica para o telefone da Apple, em diversos momentos. A velocidade variou entre uma média de 300 Kbps (em um horário de pico) a incríveis quase 1,8 Mbps.
Navegar na internet e baixar e-mails em alta velocidade é o grande atrativo do iPhone 3G. Tentamos configurar uma conta Exchange no iPhone, seguindo seus passos, mas não foi possível se conectar ao servidor. Partimos então para uma conta do Gmail, configurada em poucos passos. É possível programar os serviços push para buscar e-mails em intervalos de tempo de 15, 30 ou 60 minutos ou deixar no modo manual. Mesmo com o 3G configurado, o iPhone busca automaticamente por redes sem fio para tentar economizar banda do seu plano de dados.
Acessamos a App Store com contas dos Estados Unidos e do Brasil. Um fato curioso foi a existência de alguns games como Super Monkey Ball e Spore Origins como resultado de busca mesmo com a conta brasileira em uso no telefone. Na teoria, esses games não estão disponíveis via App Store no iTunes e muito menos são vendidos de modo oficial no pais.
O uso da App Store com download de nove aplicativos gratuitos (Facebook, New York Times, Twitterrific, Audi A4, entre outros), somado ao uso do e-mail, Safari e, em menor volume, do YouTube e da Globo.com (que usa codificação H.264 em seus vídeos no site, que abrem em uma janela do QuickTime no iPhone/iPod Touch), levaram a uma média de consumo de banda de 37 megabytes/dia.
Esse é um número a ser considerado. A Vivo tem planos a partir de 250 MB (os mais baratos), mas a maioria deles tem, na teoria, cota ilimitada para downloads. Na Claro a situação fica mais complicada, já que os planos específicos para iPhone têm, no máximo, 250 MB de limite de downloads - caso precise de mais banda, o usuário tem que contratar um plano extra adicional.
Bateria versus consumo de banda: informações do iPhone 3G da Vivo
Outro ponto importante a se considerar no iPhone 3G é a duração da sua bateria. Com o uso intensivo de 3G, a tendência é esgotar a bateria cada vez mais rápido. Verificando a opção Ajustes | Geral | Uso no iPhone 3G, dá para verificar o tempo de utilização do aparelho.
Em duas situações distintas (incluindo a reprodução de músicas e com brilho da tela ajustado para menos de 50%), o aparelho na rede da Vivo registrou 3 horas e 5 minutos de uso e 12 horas e 21 minutos de espera antes de chegar, na manhã seguinte (noite inteira sem uso) aos 20% de bateria ao ligar o iPhone. Após uma recarga completa e uso mais intensivo, o iPhone chegou aos 20% de bateria com 2 horas e 21 minutos de uso e seis horas e 47 minutos de espera.
Se você usa muito e-mail e acessa a internet com mais freqüência, o iPhone pode não ser o melhor aparelho, já que sua bateria acaba rápido. A alternativa é andar para todo lado com o cabo e o carregador. Por conta do recall do novo carregador do iPhone 3G, os modelos à venda no Brasil vêm com um carregador quadrado igual ao do iPhone original.
Finalmente, a qualidade de ligações no iPhone é excelente. Todos os telefonemas feitos tanto para redes móveis ou fixas tiveram som alto, claro e nítido. Afinal, o iPhone 3G também é um telefone. E, mesmo bloqueado para uso pela Vivo, o iPhone 3G se mostrou pronto para o desbloqueio oficial pelas operadoras, já que tem configurações prontas para a Claro, Tim e Oi e suas redes EDGE e 3G.
Redes de outras operadoras: pronto para o desbloqueio
O iPhone 3G da Vivo foi avaliado com a tela em menos de 50% de brilho, Wi-Fi e “push” automático de e-mails desligados. O iPod foi usado com volume a 50% e o telefone foi recarregado toda vez que atingia o alerta de 20% de bateria restante.
Original em: http://br.tecnologia.yahoo.com/080929/77/gjt0rs.html
Dica de site e filme.
September 23rd, 2008
Olá, meu nome é Raphael
Estou invadindo a página para um post sobre web e cinema , trabalho na mesma empresa que o autor do Des84 e escrevo também em http://www.mercadobinario.blogspot.com/.
CHRYSALIS
Filme de ficção científica, que se passa em Paris no ano de 2020. Um futuro próximo, uma tecnologia estranha e um filme que nada parece ser o que é.
Vale o ticket.:)
-
O site do filme
http://www.chrysalis-lefilm.com/
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Site bem elaborado oferece muito conteúdo do filme: podcast, trailers para psp, um analytics com dados do usuário e seu comportamento no site, imagens do storyboard, links para comunidades em redes sociais e os padrões de páginas de cinema como: walpapers, trailers, casting….
Tudo isto dividido em níveis de acesso para simular um sistema de arquivos confidenciais.
Vale a visita.:)
Celular Google pode estar disponível em breve
August 15th, 2008
O primeiro celular a rodar a plataforma Android, do Google, pode ser lançado em menos de cinco semanas, de acordo com sites internacionais.
Os rumores dão conta que o dispositivo de codinome G1, fabricado pela HTC, será vendido inicialmente por US$ 399. O aparelho entraria em pré-venda no dia 17 de setembro pela operadora norte-americana T-Mobile.
A pré-venda duraria uma semana, reservada para clientes da operadora e, passado este período, outros clientes da empresa receberiam a proposta de adquirir o aparelho por US$ 150. Entre o começo e o meio de outubro, então, o G1 estaria disponível para todo o público norte-americano.
Entre os recursos do aparelho estariam tela de 5 x 3 polegadas sensível ao toque, um teclado Qwerty e conectividade UMA ou WiFi. O telefone também pode receber uma câmera de 3.0 megapixel e exigir que o usuário possua uma conta no Gmail.
Fonte da informação: Geek
Overflow em imageResize via CSS
August 5th, 2008
A ideia do resize na verdade é meio que criar uma mascara, uma area de visualização da imagem, assim ao passar o mouse sobre a imagem mostraria a tag <img> por completo, assim como segue o conceito abaixo:
O Codigo para a inserção da imagem já com o efeito de resize é bem simples e não joge muito do que temos hoje em webStandard:
<a href=”#”><img src=”image.jpg” alt=”my image” /></a>
Veja o exemplo rodando ok na Demo page.
O estágio default em css para as imagens pequenas, thumbnails, é algo em torno do código abaixo, podendo, é claro, ser alterado de acordo com a necessidade do projeto:
ul#thumbs a{
display:block;
float:left;
width:100px;
height:100px;
line-height:100px;
overflow:hidden;
position:relative;
z-index:1;
}
ul#thumbs a img{
float:left;
position:absolute;
top:-20px;
left:-50px;
}
Usando posicionamento absoluto podemos então criar o nosso ‘fake crop’ na imagem, cada imagem deve ter um estilo proprio para o crop e mudando o posicionamento em top e left de acordo com a necessidade.
ul#thumbs a img{
float:left;
position:absolute;
top:-20px;
left:-50px;
}
ul#thumbs li#image1 a img{
top:-28px;
left:-55px;
}
ul#thumbs li#image2 a img{
top:-18px;
left:-48px;
}
ul#thumbs li#image3 a img{
top:-21px;
left:-30px;
}
e Finalmente para ativar o resize colocamos o codigo hover que vai fazer a imagem aparece toda:
ul#thumbs a:hover{
overflow:visible;
z-index:1000;
border:none;
}
Bom proveito a todos e qualquer dúvida não deixem de ler o post original que segue o link abaixo:
Logos famosas no habitat natural
July 28th, 2008
Grandes empresa, grandes marcas, são vistas tanto e por muito tempo que as vezes esquecemos a raiz de todo processo, de onde veio a ideia de marca. Abaixo segue um link com marcas famosas em seus lugares originais. Muito bom…
Link: Wall Out - Logomarcas
Icon Sets - Muitos icones mesmo
July 28th, 2008
Eu adoro icones, e isso vem de muito tempo já, brinquei muito com Microangelo, um programa muito louco pra criar pixel icons. Hoje muito mais bonitos e cheio de efeitos, os icones estão na web como forma de criar uma identidade para o site e o fazem de forma muito bela.
Sou usuário do site IconBuffet, onde com uma moeda interna, que recebe mensalmente, você consegue comprar icones entre os usuários, uma proposta bem legal mas que muitas vezes demora. E como web é tempo, e cliente quer prazo, devemos ter uma reserva sempre bem feita de projetos, exemplos, vetores, animações, galerias, icones e tudo que possamos utilizar em nossos projetos, mesmo que não sejam usados da forma como guardamos esses podem nos inspirar para novos vôos.
Por essas andanças de blog em blog encontrei uma lista muuuuuito completa mesmo com icones para download, com qualdiade muito boa e de um bom gosto fantástico. Segue abaixo algun samples e link do posto original.
Free Web Application Icon Set
Function Icon Set
![]()
Como a mídia social afeta seus resultados de busca
July 23rd, 2008
Por: Maristela Alves, articulista do portal JumpExec, mantido pela JumpEducation, líder em cursos de mídia digital e parceira do iMasters.
Os mecanismos de busca, cada vez mais, apresentam em seus resultados referências tiradas de posts de blogs, podcasts e outros tipos de veículos de mídia social. Estas produções de conteúdo geradas pelo usuário dão voz ao pensamento dos consumidores, relativizando o poder da publicidade “oficial”. Portanto, seu peso na construção de uma marca na internet torna-se ainda mais relevante, pois as empresas não podem mais se dar ao luxo de passar ao largo deste tipo de comunicação.
As estratégias de otimização de sites devem necessariamente abranger estas referências geradas pelo usuário, trazendo assim resultados de busca “antenados” com o que está realmente acontecendo com a marca no ambiente digital. Muitos buscadores estão lançando ferramentas que privilegiam estes conteúdos gerados pelo usuário. Veja aqui algumas das novidades que em breve mudarão o cenário das buscas - e já se prepare para os efeitos destas mudanças em sua estratégia de busca.
Busca Personalizada
Os grandes mecanismos de busca, tais como Google e Yahoo, têm suas próprias ferramentas que analisam o comportamento prévio do usuário e apresentam os resultados conforme estes padrões altamente pessoais. Fatores como a análise da página personalizada de cada usuário no Google, por exemplo, servem como referência para a personalização do resultado, assim como a análise de favoritos, o histórco de busca de cada um etc.
Apesar de ser uma técnica que vem ao encontro à tendência de se estabelecer uma linguagem extremamente pessoal na internet, há quem argumente que ela pode ser uma faca de dois gumes, já que os interesses de cada usuário não são estáticos e podem variar conforme o seu humor, época do ano, motivação e outros fatores. Ainda, o simples estudo do comportamento de cliques pode trazer distorções - afinal, muitos cliques podem ser ativados por engano, por exemplo.
De qualquer forma, as técnicas de busca personalizada vão se desenvolver, com impacto certo nas técnicas de otimização - afinal, fatores como a análise de palavras-chave tomam uma importância ainda maior. O conteúdo, por exemplo, deverá ser um parâmetro ainda mais importante, na medida em que “revelar” para os buscadores a respeito do objetivo da página. Estas e outras análises certamente resultarão em melhores posições para os sites que compreenderem as nuances deste tipo de busca.
Busca Universal
Com o advento da busca universal, os profissionais de SEO rapidamente terão que otimizar seus sites baseados em grandes variações de tipos de conteúdo. Isto significa criar conteúdo em toda a mídia e em cada nicho vertical que seja aplicável à sua estratégia de marca. Conteúdo instigante, útil e difundido de forma consistente criará ainda mais visibilidade ao website.
Conteúdo sempre atualizado faz com que usuários voltem mais constantemente ao website e incentivarão que estes usuários e outros veículos de mídia social queiram compartilhar este conteúdo com seus próprios visitantes, criando assim uma sofisticada rede de referências e “trackback”. Portanto, associar marcas aos benefícios inerentes das redes sociais será ainda mais importante para qualquer estratégia de otimização.
Otimização de vídeos, sons e outras mídias
Cada vez mais usuários assistem vídeos, procuram imagens, ouvem podcasts, acessam mapas e blogs na web. Estes arquivos, que não necessariamente são em texto, também podem ser otimizados e assim contribuir de forma positiva para seu posicionamento no ranking de buscas.
Novas tecnologias de reconhecimento de voz estão começando a serem usadas para determinar a relevância de arquivos sonoros, por exemplo. Isto significa que podcasts poderão ser encontrados mais facilmente durante uma busca no Google, inclusive com direito aos resultados apresentarem uma “prévia” do podcast, permitindo que o usuário realmente se certifique de que aquele arquivo é relevante para sua busca.
Esta otimização pode se estender até mesmo aos feeds de seu website. O Google Base permite que você otimize e personalize todos os itens constantes de seus feeds. Quanto mais você detalhar os conteúdos , mais você terá chances de atrair pessoas interessadas em seus feeds, pois os colocam em posições interessantes no índex do Google e em outros bancos de dados verticais. Uma dica importante é que nem todos conhecem este artifício, portanto em sua próxima revisão de estratégia de otimização, uma boa pedida seria investir tempo para usar estas features diferenciadas do Google Base.
Otimização está só começando
A SEO está apenas começando - os recursos ficam mais sofisticados e se adaptam ao mercado na mesma velocidade de suas mudanças. Portanto, investir em conteúdo diferenciado e variado, além de incluir de forma positiva os conteúdos gerados pelo usuário em sua estratégia certamente irá resultar em ganhos de visibilidade em seu site.
Como as mídias sociais podem ajudar na comunicação integrada
July 23rd, 2008
Por: Maristela Alves, articulista do portal JumpExec, mantido pela JumpEducation, líder em cursos de mídia digital e parceira do iMasters.
Os planos de marketing e comunicação têm como objetivo, nos dias de hoje, possibilitar um diálogo franco entre consumidores e marcas, e a utilização de diversos canais de comunicação, notadamente os meios digitais, fazem crescer a necessidade de se implantar uma estratégia consistente de integração entre estes canais.
A comunicação agora é de “mão-dupla”: não se pode contar apenas com meios “impositivos” de se comunicar uma mensagem, como a tevê, o rádio ou a mídia impressa. Grande parte dos contatos feitos com os consumidores vêm de meios de “mão-dupla”, como blogs, fóruns e redes sociais.
Isso não invalida, claro, os meios de comunicação mais tradicionais - no entanto, deve-se atentar para a necessidade de integrar estas diferentes frentes de comunicação. Ou seja, lançar uma campanha de marketing viral, por exemplo, pode ter seu potencial amplificado se houver alguma integração com os outros veículos utilizados. E o inverso também é verdadeiro: uma campanha de TV pode gerar vários eventos quando as mídias sociais estão incluídas no planejamento.
O importante é manter o diálogo vivo e aberto entre marca e consumidores. Por isso, é importante prestar atenção em algumas dicas para diminuir os riscos e obter melhores resultados.
Investir no conteúdo gerado pelo usuário.
Embora muitos ainda fiquem ressabiados, abrir espaço para que os consumidores gerem conteúdo a respeito de seus produtos e serviços pode gerar importantes insights que provavelmente se revelem úteis para mostrar novos caminhos para suas campanhas. Muitas marcas já se atentaram para isso e se utilizam constantemente de ações deste tipo para estreitar relacionamentos com seus clientes. Claro que é necessário “peneirar” o material para usá-lo de forma indiretamente institucional, mas aí é preciso lembrar que talvez seja preciso abrir mão de parte do controle sobre a marca. Isto requer algum treino e bastante trabalho para entender a relação entre seus consumidores e a sua marca.
Ligação “afetiva”.
O boca-a-boca ainda é um grande vendedor. Por isso, ter uma estratégia que divulgue efetivamente o que se fala de positivo sobre seu produto é algo inteligente. E mais, apostar no elemento “humano” deste tipo de depoimento gera uma identificação sensorial com a marca que não pode ser mais desprezada.
Por isso, abra canais de comunicação que permitam este tipo de manifestação por parte de seus usuários. Dependendo do tipo de produto ou serviço da sua empresa, estabelecer uma ligação “afetiva”, estimular uma relação que extrapole a simples ligação consumidor-marca.
E ainda: saiba como divulgar isso sem soar apelativo ou auto-indulgente demais. Adequar um testemunhal a um contexto interessante, sem soar por demais “vendedor”, pode contar muitos pontos e potencializar o resultado de outras estratégias de comunicação integrada que você esteja planejando.
Fique atento ao que estão falando sobre sua marca - e coloque isso em pauta.
Quando existe uma política de monitoramento em blogs, redes sociais e fóruns, é possível que as empresas identifiquem assuntos que estejam relacionados com seus produtos e serviços. Pode até ser que estes assuntos jamais teriam sido trazidos à baila em reuniões de brainstorm ou por meio das pesquisas qualitativas. Então, por quê não utilizar assuntos que estejam “quentes” nestes espaços e estruturar uma campanha integrada que o use como tema principal? As probabilidades dos clientes se sentirem ouvidos são enormes - e isso vale ouro.
Resumindo
Sim, é possível e altamente desejável utilizar a mídia social como parte ativa de uma campanha integrada. É possível subverter as ordens e prioridades de uma campanha, já que a ousadia e a inovação devem permear todas as abordagens com clientes. Mas, de forma geral, os melhores resultados são obtidos quando as mídias sociais são utilizadas para gerar engajamento e diálogo, enquanto as mídias tradicionais são perfeitas para criar “awareness” e divulgar a mensagem institucional da marca.
Apple e Acer disputam bronze em mercado de PCs
July 18th, 2008
Segundo pesquisa feita pelo Gartner Group, Apple e Acer estão praticamente empatadas no mercado norte-americano de computadores, atrás apenas da Dell e da HP.
A pesquisa do Gartner aponta aumento de 38% nas vendas da Apple em um ano, e é a terceira nos EUA, enquanto que a Acer está na quarta posição com uma diferença de apenas 60 mil máquinas.
Outro instituto de pesquisas, o IDC, posicionou a Apple em quarto lugar. O IDC avaliou as vendas apenas no segundo trimestre, período em que a Apple vendeu 2 mil computadores a menos que a Acer - também um número bastante próximo.
Outra peculiaridade dos números da pesquisa é que o crescimento de Apple e Acer é muito maior do que as duas primeiras colocadas, HP e Dell.
Segundo o site AppleInsider, enquanto a Apple cresceu os 38% divulgados, a Dell cresceu 11,9% e a HP 5,6%.
Se a tendência continuar, é possível que Apple e Acer ultrapassem as rivais em um futuro próximo - embora a Dell ainda possua uma participação respeitável, com 31,9% do mercado, enquanto a Apple abocanhou "apenas" 8,5%.
Para o site da revista norte-americana PC Magazine, ambas as pesquisas (Gartnet e IDC) consideraram apenas as vendas de PCs de mesa, notebooks e servidores de rede, deixando de fora dispositivos de mão.
Ainda segundo a revista, os cinco maiores fabricantes mantiveram suas posições quando se considera o mercado global de PCs. A Apple, que possui uma penetração bem menor no mercado fora dos Estados Unidos, não é mencionada. Entretanto, está mostrando um crescimento digno de nota em alguns países como o Japão, onde vendeu 130 mil unidades no primeiro trimestre de 2008.
Fonte: Adnews
Wait less - Vídeos e ensinamentos para a vida
June 27th, 2008
Um site muito, muito legal que encontrei na net que explica e ensina - com videos - coisas muito comuns do dia-a-dia que perdemos tempo. Vale a pena conferir.
Link: Wait Less


