O primeiro celular a rodar a plataforma Android, do Google, pode ser lançado em menos de cinco semanas, de acordo com sites internacionais.

Os rumores dão conta que o dispositivo de codinome G1, fabricado pela HTC, será vendido inicialmente por US$ 399. O aparelho entraria em pré-venda no dia 17 de setembro pela operadora norte-americana T-Mobile.

A pré-venda duraria uma semana, reservada para clientes da operadora e, passado este período, outros clientes da empresa receberiam a proposta de adquirir o aparelho por US$ 150. Entre o começo e o meio de outubro, então, o G1 estaria disponível para todo o público norte-americano.

Entre os recursos do aparelho estariam tela de 5 x 3 polegadas sensível ao toque, um teclado Qwerty e conectividade UMA ou WiFi. O telefone também pode receber uma câmera de 3.0 megapixel e exigir que o usuário possua uma conta no Gmail.

Fonte da informação: Geek

A ideia do resize na verdade é meio que criar uma mascara, uma area de visualização da imagem, assim ao passar o mouse sobre a imagem mostraria a tag <img> por completo, assim como segue o conceito abaixo:

O Codigo para a inserção da imagem já com o efeito de resize é bem simples e não joge muito do que temos hoje em webStandard:

<a href=”#”><img src=”image.jpg”  alt=”my image” /></a>

Veja o exemplo rodando ok na Demo page.

O estágio default em css para as imagens pequenas, thumbnails, é algo em torno do código abaixo, podendo, é claro, ser alterado de acordo com a necessidade do projeto:

ul#thumbs a{
    display:block;
    float:left;
    width:100px;
    height:100px;
    line-height:100px;
    overflow:hidden;
    position:relative;
    z-index:1;       
}
ul#thumbs a img{
    float:left;
    position:absolute;
    top:-20px;
    left:-50px;   
}

Usando posicionamento absoluto podemos então criar o nosso ‘fake crop’ na imagem, cada imagem deve ter um estilo proprio para o crop e mudando o posicionamento em top e left de acordo com a necessidade.

ul#thumbs a img{
    float:left;
    position:absolute;
    top:-20px;
    left:-50px;   
}
ul#thumbs li#image1 a img{
    top:-28px;
    left:-55px;   
}   
ul#thumbs li#image2 a img{
    top:-18px;
    left:-48px;   
}   
ul#thumbs li#image3 a img{
    top:-21px;
    left:-30px;   
}

e Finalmente para ativar o resize colocamos o codigo hover que vai fazer a imagem aparece toda:

ul#thumbs a:hover{
    overflow:visible;
    z-index:1000;
    border:none;       
}

Bom proveito a todos e qualquer dúvida não deixem de ler o post original que segue o link abaixo:

Link: Resize holover image with CSS

Grandes empresa, grandes marcas, são vistas tanto e por muito tempo que as vezes esquecemos a raiz de todo processo, de onde veio a ideia de marca. Abaixo segue um link com marcas famosas em seus lugares originais. Muito bom…

Link: Wall Out - Logomarcas

Eu adoro icones, e isso vem de muito tempo já, brinquei muito com Microangelo, um programa muito louco pra criar pixel icons. Hoje muito mais bonitos e cheio de efeitos, os icones estão na web como forma de criar uma identidade para o site e o fazem de forma muito bela.

Sou usuário do site IconBuffet, onde com uma moeda interna, que recebe mensalmente, você consegue comprar icones entre os usuários, uma proposta bem legal mas que muitas vezes demora. E como web é tempo, e cliente quer prazo, devemos ter uma reserva sempre bem feita de projetos, exemplos, vetores, animações, galerias, icones e tudo que possamos utilizar em nossos projetos, mesmo que não sejam usados da forma como guardamos esses podem nos inspirar para novos vôos.

Por essas andanças de blog em blog encontrei uma lista muuuuuito completa mesmo com icones para download, com qualdiade muito boa e de um bom gosto fantástico. Segue abaixo algun samples e link do posto original.

Free Web Application Icon Set

 

Function Icon Set

 

Link: Developer Icon Sets Collection

Por: Maristela Alves, articulista do portal JumpExec, mantido pela JumpEducation, líder em cursos de mídia digital e parceira do iMasters.

Os mecanismos de busca, cada vez mais, apresentam em seus resultados referências tiradas de posts de blogs, podcasts e outros tipos de veículos de mídia social. Estas produções de conteúdo geradas pelo usuário dão voz ao pensamento dos consumidores, relativizando o poder da publicidade “oficial”. Portanto, seu peso na construção de uma marca na internet torna-se ainda mais relevante, pois as empresas não podem mais se dar ao luxo de passar ao largo deste tipo de comunicação.

As estratégias de otimização de sites devem necessariamente abranger estas referências geradas pelo usuário, trazendo assim resultados de busca “antenados” com o que está realmente acontecendo com a marca no ambiente digital. Muitos buscadores estão lançando ferramentas que privilegiam estes conteúdos gerados pelo usuário. Veja aqui algumas das novidades que em breve mudarão o cenário das buscas - e já se prepare para os efeitos destas mudanças em sua estratégia de busca.

Busca Personalizada

Os grandes mecanismos de busca, tais como Google e Yahoo, têm suas próprias ferramentas que analisam o comportamento prévio do usuário e apresentam os resultados conforme estes padrões altamente pessoais. Fatores como a análise da página personalizada de cada usuário no Google, por exemplo, servem como referência para a personalização do resultado, assim como a análise de favoritos, o histórco de busca de cada um etc.

Apesar de ser uma técnica que vem ao encontro à tendência de se estabelecer uma linguagem extremamente pessoal na internet, há quem argumente que ela pode ser uma faca de dois gumes, já que os interesses de cada usuário não são estáticos e podem variar conforme o seu humor, época do ano, motivação e outros fatores. Ainda, o simples estudo do comportamento de cliques pode trazer distorções - afinal, muitos cliques podem ser ativados por engano, por exemplo.

De qualquer forma, as técnicas de busca personalizada vão se desenvolver, com impacto certo nas técnicas de otimização - afinal, fatores como a análise de palavras-chave tomam uma importância ainda maior. O conteúdo, por exemplo, deverá ser um parâmetro ainda mais importante, na medida em que “revelar” para os buscadores a respeito do objetivo da página. Estas e outras análises certamente resultarão em melhores posições para os sites que compreenderem as nuances deste tipo de busca.

Busca Universal

Com o advento da busca universal, os profissionais de SEO rapidamente terão que otimizar seus sites baseados em grandes variações de tipos de conteúdo. Isto significa criar conteúdo em toda a mídia e em cada nicho vertical que seja aplicável à sua estratégia de marca. Conteúdo instigante, útil e difundido de forma consistente criará ainda mais visibilidade ao website.

Conteúdo sempre atualizado faz com que usuários voltem mais constantemente ao website e incentivarão que estes usuários e outros veículos de mídia social queiram compartilhar este conteúdo com seus próprios visitantes, criando assim uma sofisticada rede de referências e “trackback”. Portanto, associar marcas aos benefícios inerentes das redes sociais será ainda mais importante para qualquer estratégia de otimização.

Otimização de vídeos, sons e outras mídias

Cada vez mais usuários assistem vídeos, procuram imagens, ouvem podcasts, acessam mapas e blogs na web. Estes arquivos, que não necessariamente são em texto, também podem ser otimizados e assim contribuir de forma positiva para seu posicionamento no ranking de buscas.

Novas tecnologias de reconhecimento de voz estão começando a serem usadas para determinar a relevância de arquivos sonoros, por exemplo. Isto significa que podcasts poderão ser encontrados mais facilmente durante uma busca no Google, inclusive com direito aos resultados apresentarem uma “prévia” do podcast, permitindo que o usuário realmente se certifique de que aquele arquivo é relevante para sua busca.

Esta otimização pode se estender até mesmo aos feeds de seu website. O Google Base permite que você otimize e personalize todos os itens constantes de seus feeds. Quanto mais você detalhar os conteúdos , mais você terá chances de atrair pessoas interessadas em seus feeds, pois os colocam em posições interessantes no índex do Google e em outros bancos de dados verticais. Uma dica importante é que nem todos conhecem este artifício, portanto em sua próxima revisão de estratégia de otimização, uma boa pedida seria investir tempo para usar estas features diferenciadas do Google Base.

Otimização está só começando

A SEO está apenas começando - os recursos ficam mais sofisticados e se adaptam ao mercado na mesma velocidade de suas mudanças. Portanto, investir em conteúdo diferenciado e variado, além de incluir de forma positiva os conteúdos gerados pelo usuário em sua estratégia certamente irá resultar em ganhos de visibilidade em seu site.

Por: Maristela Alves, articulista do portal JumpExec, mantido pela JumpEducation, líder em cursos de mídia digital e parceira do iMasters.

Os planos de marketing e comunicação têm como objetivo, nos dias de hoje, possibilitar um diálogo franco entre consumidores e marcas, e a utilização de diversos canais de comunicação, notadamente os meios digitais, fazem crescer a necessidade de se implantar uma estratégia consistente de integração entre estes canais.

A comunicação agora é de “mão-dupla”: não se pode contar apenas com meios “impositivos” de se comunicar uma mensagem, como a tevê, o rádio ou a mídia impressa. Grande parte dos contatos feitos com os consumidores vêm de meios de “mão-dupla”, como blogs, fóruns e redes sociais.

Isso não invalida, claro, os meios de comunicação mais tradicionais - no entanto, deve-se atentar para a necessidade de integrar estas diferentes frentes de comunicação. Ou seja, lançar uma campanha de marketing viral, por exemplo, pode ter seu potencial amplificado se houver alguma integração com os outros veículos utilizados. E o inverso também é verdadeiro: uma campanha de TV pode gerar vários eventos quando as mídias sociais estão incluídas no planejamento.

O importante é manter o diálogo vivo e aberto entre marca e consumidores. Por isso, é importante prestar atenção em algumas dicas para diminuir os riscos e obter melhores resultados.

Investir no conteúdo gerado pelo usuário.

Embora muitos ainda fiquem ressabiados, abrir espaço para que os consumidores gerem conteúdo a respeito de seus produtos e serviços pode gerar importantes insights que provavelmente se revelem úteis para mostrar novos caminhos para suas campanhas. Muitas marcas já se atentaram para isso e se utilizam constantemente de ações deste tipo para estreitar relacionamentos com seus clientes. Claro que é necessário “peneirar” o material para usá-lo de forma indiretamente institucional, mas aí é preciso lembrar que talvez seja preciso abrir mão de parte do controle sobre a marca. Isto requer algum treino e bastante trabalho para entender a relação entre seus consumidores e a sua marca.

Ligação “afetiva”.

O boca-a-boca ainda é um grande vendedor. Por isso, ter uma estratégia que divulgue efetivamente o que se fala de positivo sobre seu produto é algo inteligente. E mais, apostar no elemento “humano” deste tipo de depoimento gera uma identificação sensorial com a marca que não pode ser mais desprezada.

Por isso, abra canais de comunicação que permitam este tipo de manifestação por parte de seus usuários. Dependendo do tipo de produto ou serviço da sua empresa, estabelecer uma ligação “afetiva”, estimular uma relação que extrapole a simples ligação consumidor-marca.

E ainda: saiba como divulgar isso sem soar apelativo ou auto-indulgente demais. Adequar um testemunhal a um contexto interessante, sem soar por demais “vendedor”, pode contar muitos pontos e potencializar o resultado de outras estratégias de comunicação integrada que você esteja planejando.

Fique atento ao que estão falando sobre sua marca - e coloque isso em pauta.

Quando existe uma política de monitoramento em blogs, redes sociais e fóruns, é possível que as empresas identifiquem assuntos que estejam relacionados com seus produtos e serviços. Pode até ser que estes assuntos jamais teriam sido trazidos à baila em reuniões de brainstorm ou por meio das pesquisas qualitativas. Então, por quê não utilizar assuntos que estejam “quentes” nestes espaços e estruturar uma campanha integrada que o use como tema principal? As probabilidades dos clientes se sentirem ouvidos são enormes - e isso vale ouro.

Resumindo

Sim, é possível e altamente desejável utilizar a mídia social como parte ativa de uma campanha integrada. É possível subverter as ordens e prioridades de uma campanha, já que a ousadia e a inovação devem permear todas as abordagens com clientes. Mas, de forma geral, os melhores resultados são obtidos quando as mídias sociais são utilizadas para gerar engajamento e diálogo, enquanto as mídias tradicionais são perfeitas para criar “awareness” e divulgar a mensagem institucional da marca.

Segundo pesquisa feita pelo Gartner Group, Apple e Acer estão praticamente empatadas no mercado norte-americano de computadores, atrás apenas da Dell e da HP.

A pesquisa do Gartner aponta aumento de 38% nas vendas da Apple em um ano, e é a terceira nos EUA, enquanto que a Acer está na quarta posição com uma diferença de apenas 60 mil máquinas.

Outro instituto de pesquisas, o IDC, posicionou a Apple em quarto lugar. O IDC avaliou as vendas apenas no segundo trimestre, período em que a Apple vendeu 2 mil computadores a menos que a Acer - também um número bastante próximo.

Outra peculiaridade dos números da pesquisa é que o crescimento de Apple e Acer é muito maior do que as duas primeiras colocadas, HP e Dell.

Segundo o site AppleInsider, enquanto a Apple cresceu os 38% divulgados, a Dell cresceu 11,9% e a HP 5,6%.

Se a tendência continuar, é possível que Apple e Acer ultrapassem as rivais em um futuro próximo - embora a Dell ainda possua uma participação respeitável, com 31,9% do mercado, enquanto a Apple abocanhou "apenas" 8,5%.

Para o site da revista norte-americana PC Magazine, ambas as pesquisas (Gartnet e IDC) consideraram apenas as vendas de PCs de mesa, notebooks e servidores de rede, deixando de fora dispositivos de mão.

Ainda segundo a revista, os cinco maiores fabricantes mantiveram suas posições quando se considera o mercado global de PCs. A Apple, que possui uma penetração bem menor no mercado fora dos Estados Unidos, não é mencionada. Entretanto, está mostrando um crescimento digno de nota em alguns países como o Japão, onde vendeu 130 mil unidades no primeiro trimestre de 2008.

Fonte: Adnews

Um site muito, muito legal que encontrei na net que explica e ensina - com videos - coisas muito comuns do dia-a-dia que perdemos tempo. Vale a pena conferir.

Link: Wait Less

Lendo meus inumero feeds encontrei um artigo bem legal sobre fontes que estão em Macs e Pcs e que assim podem ser usadas no CSS, o artigo foi retirado do site 3.7design e o link segue abaixo.

Link: 8 Fontes que você provavelmente não usa no css.

Encontrei hoje a noite, no site Exguides.com, uma seria - mesmo que pequena - de tutoriais muito legais - e bem simples de reproduzir. Além de Tutoriais de Photohop o site ainda apresenta uma serie de outras ferramentas e guias de SEO, até mesmo sobre Windows XP - mesmo assim viva o Vista. O link segue abaixo.

Link: Exguides Photoshop Tutoriais